PCDF faz operação na Casa Militar e Palácio do Buriti

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MICHAEL MELO/METRÓPOLES

Polícia Civil faz operação no Palácio do Buriti nesta sexta-feira

São cumpridos mandados de busca e apreensão na sala do ex-chefe de gabinete da Casa Militar, coronel Cirlândio Martins. A ação está relacionada a um episódio de 2011, quando o policial militar João Dias invadiu a sede do Executivo levando uma maleta com R$ 200 mil

Equipes da Divisão de Operações Especiais e da Delegacia de Combate ao Crime Organizado (Deco) fazem uma operação no Palácio do Buriti na manhã desta sexta-feira (2/9). Cinco veículos chegaram à sede do Executivo local por volta das 6h20. O alvo é a Casa Militar. São cumpridos mandados de busca e apreensão na sala do ex-chefe de gabinete do órgão, coronel Cirlândio Martins. Estão sendo recolhidos computadores e documentos.

Cirlândio ficou conhecido no governo de Agnelo Queiroz (PT) por ter sido subsecretário da Subsecretaria de Programas Comunitários (Suproc) da Secretária de Segurança e estar envolvido no episódio em que o policial militar João Dias, pivô da queda de Orlando Silva do Ministério do Esporte, foi detido após tentar invadir o gabinete do então secretário de Governo Paulo Tadeu, em 2011. Ele jogou cerca de R$ 200 mil que levava uma maleta no local. Segundo disse na época, seria referente a um suposto suborno para ficar calado.

Na operação desta sexta, João Dias é alvo de mandado de condução coercitiva.

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É a segunda vez em menos de um mês que uma operação policial é realizada no Buriti. No último dia 17, agentes e representantes do Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) cumpriram mandados de busca e apreensão no anexo e no prédio principal.

Eles estiveram na Secretaria de Planejamento e na Vice-Governadoria em busca de provas sobre denúncia da  presidente do Sindicato dos Servidores da Saúde (SindSaúde-DF), Marli Rodrigues. Na ocasião, o objetivo da operação era apreender documentos, computadores e outros elementos de prova — como e-mails — de extorsão por parte de servidores públicos. De acordo com a sindicalista, havia um esquema de cobrança de propina por parte de servidores para liberar contribuições sindicais.

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Metropoles.com

6 COMENTÁRIOS

  1. cara essa foi a mais notável pressão ao governador : queimar um caixão ! nem se o Enrollamberg estivesse dentro daria certo…balconistas quem foi essa ideia de jumento?
    pode conferir a certificação do ano :

    Concedo a notoriedade ,capacitação e certificação de “JUMENTO DO ANO DE 2016” ao senhor Gaúcho Rodrigo Franco as prerrogativas que faz jus a este eminente reconhecimento, por ter a brilhante ideia de queimar em praça publica, em frente ao Buriti, um caixão com o intuito de pressionar o Governador Rodrigo Enrrolmberg para paridade (diga-se de passagem inconstitucional) com a Policia Federal, dando a entender que o senhor Governador não será sepultado politicamente nas próximas eleições, tendo em vista seu caixão onde seria enterrado foi destruído.

    Atenciosamente:

    Sinpol- DF

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  2. Dá nada… Isto é só birrinha!!! Continuemos mobilizados!!!! Eles acham que isto nos fere, intimida… Agora vão tentar mostrar uma força que jamais terão frente a nós!!! Podem até chantagear governos e pessoas desonestas, inclusive prendendo-as!!! Porém, quem não deve, não teme!!! Aliás, criminoso também prendemos, em nome da lei e não dos nossos chefes!!! Kkkkk…. Quero ver prender ou intimidar uma corporação toda!!!! Caiam pra dentro, que quero ver!!!! Sgt Pedro

    • Pedro,
      É verdade. O que a PCDF fez, foi aproveitar um fato que exige sim investigação, usando uma mal explicada busca na Casa Militar, que está sediada no Buriti, com o fim único de tentar pressionar o governador e desmobilizar a Casa Militar, que já bateu o martelo em relação à justa reivindicação de não aceitar para a PMDF e BMDF, índice de reajuste menor que o da PCDF, que por sua vez, reclama uma isonomia com a PF, inexistente em diploma legal, além de ser inconstitucional.