Fátima Bernardes, queremos um “Encontro” com você

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Foto: Grupo Apoio policial - Facebook

A história não morreu!

O que a apresentadora Fátima Bernardes não imaginava nunca na vida era que sua “enquete estapafúrdia, desproporcional e tendenciosa” fosse causar uma repercussão negativa por parte das classes de policiais militares em todo país e também da opinião pública.

No programa a apresentadora propôs: “Quem um médico deveria salvar? Um policial, levemente ferido, ou um traficante, em estado grave? Os militares não gostaram da discussão e iniciaram uma campanha na internet quase que instantaneamente. Ademais, a pergunta estava relacionada com o lançamento de um filme chamado “Sob Pressão”, cujo propósito foi desvirtuado pela apresentadora, já que a verdadeira situação se traduzia em um policial ferido com uma bala na cabeça e não “levemente ferido”, como tentou minimizar Fátima Bernardes.

A imprensa, como sempre, tendenciosa e protetora das suas já tradicionais exposições contra as polícias militares e os policiais em geral, tentou minimizar a situação não dando a importância para que o fato requeria, preferindo, mais uma vez ser corporativista e questionar a corporação em Brasília se ela tinha algo a ver com a campanha. Mas como as redes sociais estão aí e numa velocidade impressionante, talvez abafando até mesmo a mídia tradicional, o tiro acabou saindo pela culatra.

Hastags, faixas, cartazes e textos foram amplamente divulgados nas redes sociais por policiais de todo país, deixando indignados os profissionais de segurança pública que tem o compromisso institucional com a sociedade, mesmo com o risco da própria vida.

Até o momento, a apresentadora não se pronunciou sobre o episódio. Se a ideia era polemizar, com certeza seu ato foi irresponsável e o ‘Encontro’ conseguiu, mas de uma maneira muito ruim.

Da redação,

Por Poliglota…

17 COMENTÁRIOS

    • Marília,

      Quem acompanha um pouco a Globo e seu posicionamento a respeito das polícias no Brasil, tanto em seus telejornais como em seus filmes, seriados e novelas, sabe muito bem que o juramento de Hipócrates passou longe do questionamento. É claro que se evidenciou um direcionamento com o fito de levar mais uma ideia anti-polícia.
      A única pessoa na Globo que destoa do conjunto, hoje em dia, é Alexandre Garcia.

  1. Eu realmente não entendo como as pessoas ainda defende bandidos. Claro que eu escolheria salvar o policial independente de sua gravidade. Bandido é bandido. Ele está nas ruas para assaltar e para ele não importa se a pessoa que ele vai assaltar vai se machucar ou não, ele quer os seus pertences de qualquer maneira. Ele está disposto a viver ou morrer. Agora Fátima vc e as outras pessoas que estão com pena de bandido, leva pra casa e cuida dele, vamos ver o que ele fará com vcs depois que estiver bem ou não? Pergunta para as pessoas que já sofreram nas mãos deles? Fala sério né.

    • Nayara,
      Caríssima e querida imbecil, ainda bem que policiais não pensam como você, senão você estaria ferrada na próxima ocorrência em que você precisar da polícia, e esta escolhesse não salvar você por causa de seu pensamento marginal.
      Fique tranquila, quando ligar para o 190 ninguém vai perguntar se você é a idiota que concorda com a Fátima Bernardes.

    • Seu comentário diante dos fatos é a cara de grande parte da sociedade hipócrita que pensa com o orifício da mãe joana. Provavelmente você nunca precisou da Polícia e desejo que nunca precise, pois a única maneira de se colocar no lugar das pessoas é quando sentimos na pele o que aquela pessoa passa ou passou. Sinto muito pelo seu comentário, mas tenha certeza de uma coisa: Como disse o senhor aí acima, se um dia você precisar da Polícia ela sequer vai se lembrar que você foi aquela pessoa que pensou com o mesmo orifício que a Fátima Bernardes e com certeza não lhe mandará procurar a Rede Esgoto de Televisão.

  2. Sou profissional da saúde e seguimos a regra de dar prioridade ao paciente mais grave. Quando atendemos esse paciente às vezes nem o nome dele nós sabemos, quanto mais a profissão. Quanto a isso não se discute. Mas a pergunta foi tendenciosa porque colocou as opções com classificação de risco diferente induzindo a resposta. Mas em relação aos bandidos concordo que bandido bom é bandido morto.