A Sociedade é uma fábrica de hipocrisia. Professora no RJ faz desdém da morte de filha de policial militar

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Quantas não são as críticas ao trabalho das Polícias Militares e Civis num país que vive assolado pela criminalidade que a cada dia se consolida mais?

As críticas devem ser encaradas como um produto, que bem utilizado pode curar ou matar. No caso das polícias, esse produto tem sido nocivo, aplicado por uma sociedade exigente, porém hipócrita.

As redes sociais do Estado do Rio de Janeiro acordaram estupefatos ontem (22) com a morte da pequena Sofia Braga, uma criança de apenas 2 anos de idade, atingida por uma bala perdida quando brincava na porta de sua casa, em Irajá.

Filha de um policial militar, a criança foi atingida por uma bala no peito e mesmo com o socorro imediato de seu pai não conseguiu sobreviver e morreu a caminho do Hospital Getúlio Vargas. O tiro, disparado por um vagabundo que fugia da polícia, foi fatal. O elemento foi preso após capotar o veículo em que empreendia fuga.

Mas o que chocou a população foi a reação de uma professora da rede pública de ensino identificada como Denise Oliveira, que leciona no C.E. Compositor Manaceia José de Andrade, em Madureira. As colocações da professora em sua página pessoal no facebook trouxeram indignação e revolta, tanto na sociedade como na própria polícia. Várias foram as manifestações de repulsa às colocações da professora de história, essa mesmo que está convivendo todos os dias com nossos filhos.

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Em seus comentários, a professora acusava o pai da criança de ser um matador e demonstrava uma conotação “comemorativa” em seus comentários pela morte da criança, principalmente por ser filha de policial.

Agora vejam como é a sociedade: A mesma sociedade que pede o fim da PM em manifestações também acha que “bandido bom é bandido morto”. E essa “distorção” se explica devido a relação conturbada do brasileiro com as instituições que devem protegê-lo, e o fazem, mesmo com as críticas e cobranças. A hipocrisia humana é tanta que acusam quem os defendem e defendem quem os roubam, matam, estupram e destroem famílias através das drogas e outros meios ilícitos.

Bom, uma coisa é certa: Se a digníssima professora buscava mídia, não há dúvidas que encontrou, e a nível nacional. E como as redes sociais não perdoam, logo encontraram o motivo de tanto desdém da professora pela vida da filha de um policial. Um de seus filhos é marginal, radicalizado no complexo do Cajueiro.

Da redação,

Por Poliglota…

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