15 “animadores” e um destino: Reeleger Rollemberg

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Ozimpio Dias (em pé) e Jaqueline Silva à direita de Rollemberg. Foto Rafaela Metropoles.com

Chamada de “Coordenação de Mobilização” e sendo colocado como a última (para disfarçar) estrutura na alteração administrativa da governadoria do GDF, objeto do Decreto nº 37.627 de 15/09/2016, na verdade essa Coordenação, suspeita-se, esconde outra atribuição.

Nos últimos dois meses as redes sociais foram surpreendidas por um “ataque soviético” (quando um grupo chegam chegando e não dão tempo de reação ao adversário, segundo a linguagem popular) de defensores do pior governador do Brasil e de Brasília (82% de rejeição).

Segundo reportagem do Portal Metropoles.com, datada de hoje (24 – Veja aqui), Rollemberg resolveu investir pesado na mobilização social e apostar em uma presença forte nas redes sociais. Pela estratégia, os custos serão de R$ 63.861,67 por mês, ou seja, R$ 766.340,04 ao ano, tudo com recursos do povo, dinheiro público, mesmo com a tentativa de desmentir isso no Art 5º do próprio decreto (Art. 5º Para fazer face às despesas decorrentes deste Decreto serão utilizados os saldos remanescentes das transformações, exonerações e nomeações decorrentes dos Decretos nº 37.625, de 15 de setembro de 2016 e nº 37.626, de 15 de setembro de 2016), grifo nosso.

A tropa de choque virtual e física de Rollemberg vai desde os comissionados mais simples aos CNEs {que ganham de R$ 4.684,66 (CNE 7 a R$ 13.929,03 (CNE 1)}, totalizando 15 pessoas, tendo como organizador/Coordenador o servidor comissionado Ozimpio Dias de Sousa, mais conhecido como Ozzy, detentor de um CNE 3 (R$ 10.351,54), além de líderes comunitários ligados diretamente ao PSB, partido do governador, e que frustraram-se nas eleições passadas a cargo distrital, como Jaqueline Silva e Marieta Soares.

Numa capital onde pessoas estão morrendo nas portas de hospitais, a segurança pública está sucateada e sem efetivos (só nesse final de semana foram 6 homicídios, 11 tentativas de homicídio, 3 estupros, 6 tentativas de latrocínio e 8 sequestros relâmpagos, segundo levantamentos feito pelo gabinete do deputado federal Alberto Fraga), a educação capenga e a cidade está esfacelada por buracos, é inadmissível que um governo se preocupe com sua imagem, que diga-se de passagem é péssima, empregando recursos que poderiam ser investidos nesses setores.

Definitivamente Brasília não merece isso. Que venha 2018!

Da redação

Por Poliglota…