Obrigado governo do Distrito Federal. Põe na conta!

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Departamento de Estado Americano

Brasília amanheceu triste com a divulgação de que quatro cidades da capital passaram a configurar no ranking elaborado pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos como “não recomendáveis, restritas e tratadas como zonas de crime”.

Consideradas favelas e comparadas a cidades europeias que constantemente são objeto de ataques terroristas, Ceilândia, Santa Maria, São Sebastião e Paranoá não passam de vítimas de um governo destrambelhado, sem uma política de segurança definida e conduzida por um conglomerado de amigos, “cumpanheirus” e parceiros.

O caminho que levou nossa capital a esse patamar vem sendo traçado desde governos passados, mas em especial no anterior do petista Agnelo Queiroz e dando sequência por seu sucessor Rodrigo Rollemberg. Sem investimentos de mão de obra especializada (concursos), valorização profissional (salários) e materiais e equipamentos (logística), o resultado poderia até não ser surpresa.

Sol nascente – Maior favela da América Latina (Ceilândia)

Brasília está abandonada no quesito segurança pública. Por mais que haja uma intenção do governo e dos órgãos de segurança em transmitir à população uma sensação de segurança, o fato é que as redes sociais e sites, praticamente online, traduzem a verdadeira realidade da capital do país. Com isso, quem sofre é a população.

O governo caminha para seu último ano de “estágio” após passar três anos praticamente inertes. Com a velha desculpa de que recebeu um estado falido, empurrou com a barriga essa primícia goela abaixo do povo brasiliense e findará seu (des)governo com o pior legado já deixado por um governador impopular (mais de 82% de rejeição), descompromissado e preso à incompetência de um secretariado de amigos.

Por fim, resta-nos apenas “agradecer” a Rollemberg pelo belo rótulo internacional concedido à Brasília. A sorte é que 2018 caminha acelerado e em outubro a resposta da sociedade se dará de forma pública e natural no único e maior processo democrático onde não há poder de interferência. Será o ELEITOR e a URNA!

Que nos aguarde os socialistas!

Por Poliglota…