Brasília, ah Brasília..O que nos aguarda?

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Por Poliglota…

Se tem uma coisa que surgiu como um raio em análises para as próximas eleições que estão por vir se chama “Ispicialistas puliticus”.

Cada um defendendo o seu. Impressionante!

Seja por uma promessa de boquinha num possível sucesso de seu candidato, seja por uma desesperada busca de mídia, custe o que custar.

Não há a menor dúvida de que a disputa será acirrada na cadeira 01 do Buriti, mas daí a achar uma bunda honesta e comprometida para sentar naquela cadeira tem uma enorme distância.

Há muito venho alertando que a direita está torta e se não se “endireitar” vai protagonizar a maior derrota ao povo brasiliense e, naturalmente, à política do DF. Cada um querendo aparecer mais do que o outro e todos ofuscados na sua própria sombra. Brasília? Ahh, essa é só um detalhe!

Não temos direita e muito menos esquerda. Cada um dos pretensos candidatos quer, apenas, se eleger. Alguns, indiretamente, se proteger. Outros, sem densidade eleitoral para concorrer a um cargo majoritário. 78 mil votos está muito aquém dos 812 mil votos de Rollemberg em 2014. Chore quem quiser chorar, conteste quem quiser contestar. Mas é a verdade!

O problema dos políticos de Brasília é acharem que o povo continua o mesmo. Não senhores políticos! Nós Mudamos por imposição dos senhores. Tivemos uma casa legislativa omissa por longos quase 48 meses. Na última hora acham que podem convencer o eleitorado? Ledo engano! Cairão como o viaduto do eixão.

Construir projetos eleitoreiros já não convence mais o eleitor. Se tivessem que cortar verbas indenizatórias, que o fizessem no início da legislação e não no último ano de mandato como uma forma de “engambelar” o povo. Se tivessem que mostrar que estavam com o povo e honrariam seus mandatos outorgados que fizessem desde o início. Palavras de ordem? Essas nem pensar.

Muitos apostam no modelo arcaico de se fazer política achando que a transferência de votos pode modificar o cenário. Ora, meu Deus, o povo passou por maus pedaços durante longos 3 anos e pouco e não será agora que irá ceder. Não querem Rollemberg (73% de rejeição), mas também não desejam Arruda, que foi uma grande liderança, mas que hoje não passa de mais um no ostracismo do contexto político candango.

Muitos foram os que criticaram o ex-deputado federal, secretário de saúde e candidato derrotado em 2014 Jofran Frejat (650 mil votos) por ter imposto candidatura num fatídico “chá da tarde”. Mentira!!! Frejat não impôs candidatura. Tentaram minar o “velhinho” e ele cresce como massa de bolo nas mãos do eleitorado. Vide pesquisas, umas até não divulgadas.

Observação (Texto das redes)

“Observo em todos os grupos voltados a política dos quais faço parte que a maioria dos participantes são pré-candidatos, detentores de mandato, coordenadores de campanhas, ou cabos eleitorais. Uma minoria é somente ELEITOR. E ele deveria ser o foco. Antes, porém, há que se lembrar de que em qualquer situação que você se encaixe você é primeiramente um eleitor.

Então aplique um princípio de vida simples que serve também para nortear a sua conduta nos grupos e durante sua campanha: Empatia. Mas o que é a empatia? Empatia é quando a gente se coloca no lugar do outro.

Pense: agindo como você age, com suas propostas, com sua conduta, você, eleitor, teria o seu voto? Se sim, está no caminho certo. Se não, procure mudar.

Como eleitora confesso que não votaria em ninguém porque conseguiu provar que o outro candidato é corrupto, incompetente, criminoso, pois o fato dele ser tudo isso, não torna aquele que aponta, competente, honesto e capaz. Eleitores esperam propostas para futuro, o passado nós conhecemos e se escolhemos apoiar um candidato com máculas é em razão de cunho pessoal, e esse voto ninguém tira. Não adianta discutir, constranger, humilhar. Não há quem demova um voto de gratidão.

Nelson Carneiro, Senador carioca do PMDB disse uma vez: “O voto que elege é o voto da esperança, não o voto da gratidão.” Mas há quem vote por gratidão, mas se é a esperança que elege porque perder tanto tempo de si e dos outros discutindo o que passou?

Apresentem propostas e se quiserem remeter ao passado, que falem de seus atos, não dos atos dos outros, pois na maioria das vezes sequer podem se defender.”

2018 promete, com ou sem “ispicialistas puliticus”