Você sabe o que significa a expressão “AMARRA CACHORRO”? O deputado Chico Vigilante sabe

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Por Poliglota com informações do RadarDF

O destempero da “autoridade parlamentar” Chico Vigilante, do PT-DF, não tem limites.

Um áudio vazado nas redes sociais e disponibilizado com exclusividade pelo portal radardf.com.br, o deputado Chico Vigilante provocou indignação da categoria ao fazer ilações de que aqueles vigilantes que não aderiram à greve são considerados “vigilantes amarra cachorro”.

Desde o dia 28 passado a categoria está em greve. Serviços essenciais como hospitais, bancos e órgãos públicos estão comprometidos por não poderem exercer suas atividades com segurança. O GDF, de Rodrigo Rollemberg, que detém a maioria dos contratos com empresas de vigilância, inclusive de parlamentares e ex-parlamentares, assiste passivo o caos instalado. Ninguém toma uma postura austera com essas empresas e a população vai pagando o pato por conta da greve.

É contumaz essas atitudes de Chico Vigilante. Para isso basta suas ideias não serem coadunadas por parte da categoria que não comparece às assembleias gerais convocadas pelo sindicato do qual ele faz parte.

Segundo o sindicato dos vigilantes, a greve que já dura 11 dias é fruto da luta dos profissionais em não perder direitos já conquistados da categoria. Já o sindicato das empresas de vigilância dizem que nada que prejudique os servidores foi ou será adotado.

O que causou a indignação dos vigilantes foi o fato da utilização do termo “Amarra cachorro” ao se referir aos vigilantes, que no gosto popular significa “um bicho sem alma, um bicho sem noção, um bicho sem cérebro”.

As reações foram imediatas por parte dos vigilantes ofendidos. Os grupos de WhatsApp foram o canal utilizado para as críticas ferrenhas dos vigilantes. Desde o ano passado, a “autoridade parlamentar, deputado Chico Vigilante”, como costuma ser chamado até mesmo por alguns colegas parlamentares,

OUÇA O ÁUDIO DO DEPUTADO:

OUÇA O ÁUDIO DO REVIDE:

No ano passado, Chico Vigilante ficou irritado com o sentimento duvidoso de parte da categoria, da qual ele é oriundo, em relação à redução de postos prometidos pelo governo. Na época ele comparou os vigilantes a Jegue que é mesmo que jumento.

LEIA SOBRE ESSE ASSUNTO AQUI: “Se algum vigilante ainda duvida de que o governo Rollemberg pretende cortar 25% dos postos de trabalho na Saúde e 20% na Educação só pode ser mesmo um jegue”.