Ex-presidente da CLDF, Patrício, agora no PDT, está preso a Rollemberg

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Muita gente nem sabe, mas Patrício, ex-cabo, ex-petista, ex-distrital e ex-presidente da Câmara Legislativa, agora atende por pré-candidato à CLDF, só que filiado ao PDT.

Em campanha, Patrício juntou-se às fileiras dos colegas que lamentam a adesão do PDT à coligação de Rodrigo Rollemberg (PSB). A composição veio de cima, imposta pelo presidente do partido, Carlos Lupi. O socialista levou a melhor. E os pedetistas vão ter de engolir.

Patrício andava próximo de Eliana Pedrosa (Pros). Mas, agora, vai ter de dar uma guinada rumo à chapa do atual titular do Buriti.

O candidato garante, no entanto, já ter meios para se defender da junção que considera pouco vantajosa: “Evito falar o nome de Rollemberg. A rejeição a ele é muito grande”, considera Patrício. O ex-cabo não conseguiu se eleger deputado federal no pleito passado.

“Quando preciso me referir ao governador, vou de Rodrigo. Lá em casa até apanho se falar em Rollemberg”, brinca.

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É que Patrício tem quatro irmãs empregadas no GDF. Uma é assistente social, duas são professoras e outra trabalha na Secretaria de Saúde. “Elas não estão nem um pouco satisfeitas com o governo. Lá em casa, essa composição de PSB com PDT não passa.”

Na foto em destaque, Patrício estava preso na Papudinha, em função de ter liderado greve na Polícia Militar. Passou 131 dias trancado. Agora, amarrado a Rollemberg – ou a Rodrigo, como preferir –, disse que tira de letra. “Vou dar o meu jeito de escapar”, avisa o pedetista rebelde.

Fonte: Metrópoles.com

Nota do blog: O ex-cabo jogou fora a oportunidade que lhe bateu à porta. Traiu sua base, deixou-se levar pela vaidade e mentiu. Militares têm dois tipos de sentimento: Ou amam demais ou odeiam demais! Patrício se enquadra na segunda opção. Agora, refém do partido, terá que engolir e seguir a ordem nacional. Se depender de policiais e bombeiros militares, nem para síndico Patrício consegue qualquer cargo.