Lula realmente é um lunático. Preso só tem o direito de estar preso e ponto!

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Por Poliglota com informações do blog do Edgar Lisboa

Tribunal Superior Eleitoral definiu o futuro do ex-presidente Lula nas eleições 2018. Não participa, por 6 votos a um. Ex-presidente não concorrerá ao Palácio do Planalto.  Barroso contra. Fachin favorável a participação de Lula

As pressões sobre o TSE e o MPE acabaram por fim a candidatura do maior ladrão do erário público do Brasil. Evitei até atender, mas Lula e sua trupe são, ou deveriam ser, cartas fora do baralho. Prisão perpétua que no Brasil não temos deve ser repensada

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE)  impugnou o registro do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso e condenado na Operação Lava Jato. O petista está impedido de participar do horário político. Nada mais justo a um bandido.

O registro da candidatura do ex-presidente e a incerteza de sua presença no horário eleitoral no rádio e na TV provocaram uma divisão na Corte. Rosa Weber, presidente do TSE, comandou  a sessão. O relator do caso é o ministro Luís Roberto Barroso. Havia expectativa de que o julgamento pudesse ocorrer antes do horário eleitoral.

Se vivêssemos num país sério isso nem seria motivo para discussão e mídia. Lula está condenado a mais de 12 anos de prisão e ponto final. Divisão na corte? Deve ser brincadeira isso. Fachin, ministro da mais alta corte do país e centrado em suas decisões, achou que Lula poderia concorrer e tendo como base, pasmem, uma decisão do Conselho de Direitos Humanos da ONU. Quem é a ONU para decidir o destino de um país?

Ora, brincadeira isso. Esse cara acabou com nosso país, jogou-nos na miséria do mundo internacional e ainda se discute se pode ou não pode ser um marginal desse candidato ao mais alto cargo do país? Esse Supremo deve estar brincando, só pode.

A verdade é que a maioria dos ministros proibiu Lula de fazer campanha como candidato, inclusive na propaganda de rádio e TV. Luís Roberto Barroso, relator do caso, votou pela rejeição da candidatura de Lula à Presidência, demonstrando a vontade popular de que o maior larápio da política mundial tenha direitos dos quais jamais deveria ter. Lula tinha que estar incomunicável, essa é a verdade.