À QUEIMA-ROUPA: Por Paulo Roque via contextoexato.com.br

0
165
Foto: Divulgação internet

Qual é a sua bandeira?

É dedicar 100% do meu mandato com honestidade e transparência ao cidadão comum e ao consumidor, que sempre acabam pagando muito caro a conta da velha política. A criminalidade está batendo todos os recordes e o que o Congresso está fazendo? Nem uma lei para bloquear os celulares nos presídios nos deram. Não dá para fazer da política uma carreira, um negócio financeiro. Todas os pedidos de audiência no meu gabinete serão agendados com divulgação prévia para a população e todas as audiências serão gravadas e filmadas e disponibilizada nas redes sociais. Não vou para o Senado para ser mais um.

Numa palavra, Paulo Roque é o candidato de quê?

Sou candidato contra os privilégios da classe política e a favor do cidadão comum, que com razão não entende como o nosso deputado e senador são o segundo mais caro do mundo. Vou lutar cada segundo do meu mandato para tirar o político e seus apadrinhados de dentro da administração para que tenhamos mais segurança, saúde e educação e muito menos corrupção. Vou lutar também contra os juros abusivos pagos pelo consumidor e o micro e pequeno empreendedor. A concentração bancária e a falta de concorrência têm de ser combatidas. De cada R$ 100 que circulam no mercado financeiro, R$ 80 ficam nas mãos de cinco grandes bancos. Isso é um absurdo, motivo de chacota da imprensa especializada internacional.

Paulo Roque, candidato do Partido Novo ao Senado

O Partido Novo elegeu quatro vereadores na última eleição, a primeira da legenda. O que foi feito de realmente novo nesses mandatos até agora?

Nossos vereadores são exemplos não só de economia para os cofres públicos (pois abriram mãos de todos privilégios) mas também de eficiência e produtividade. Em suas respectivas Câmaras são protagonistas. Eu serei um senador protagonista, que faz, preocupado em trazer mais recursos, empresas e empregos para o Distrito Federal. Serei também um senador fiscalizador, que combate a corrupção e o péssimo funcionamento do serviço público.

Como foi o processo de escolha de seus suplentes?

Ao contrário de outros partidos, que indicam como seus suplentes os empresários financiadores de campanha ou o filho de algum membro da velha política, todos meus suplentes foram escolhidos em um processo seletivo com ampla transparência. O Fidelis Fantim é servidor concursado da Câmara dos Deputados, uma das autoridades em orçamento publico; e o Cesar Oleskovicz, um dentista profissional liberal extremamente conceituado no DF.

Pretende se licenciar para que seu suplente assuma?

Jamais. Isso é picaretagem da velha política. Começo senador e termino senador direto pra casa e sem reeleição.

Entre os demais candidatos ao Senado, com quem você se identifica, para o segundo voto do eleitor?

Muitos eleitores de praticamente todos os candidatos ao Senado têm me anunciado o segundo voto. Agora, com quem mais eu me identifico e respeito é o atual senador Reguffe; uma referência moral do Senado e quem praticamente sozinho tem lutado contra toda sorte de desmandos da velha política, apesar de não ter seus feitos noticiados pela mídia tradicional.