Ex-gestores da CABE/PMDF são absolvidos de acusações de associação criminosa e fraude

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No último dia 11 de fevereiro, a MM JUÍZA DE DIREITO DA 5ª VARA CRIMINAL DE BRASÍLIA, Dra. Ana Cláudia de Oliveira Costa Barreto, ABSOLVEU os ex-dirigentes da Caixa Beneficente da Polícia Militar do Distrito Federal – CABE/PMDF – coronéis Gilberto Carvalho, Nilton Saísse e o tenente-coronel Alexandre Saud – sobre o fundamento de que a denúncia apresentada pelo Ministério Público do DF, baseada em depoimentos e documentos apresentados por inimigos políticos dos referidos oficiais, foi JULGADA IMPROCEDENTE, com fulcro no artigo 386, inciso III, do Código de Processo Penal Brasileiro, ou seja, a sentença absolutória reconhece que os citados NÃO PRATICARAM CRIME.

O blog ouviu os envolvidos que afirmam ter sidos, claramente, vítimas de adversários poderosos e perversos, que ao longo de vários anos utilizaram os meios mais infames para poderem gerar incontáveis “fake news” e espetáculos midiáticos, provocando inaceitáveis e cruéis assassinatos de honra e execrações públicas.

“Estas pessoas perversas, deixaram claro que não havia qualquer preocupação que suas calúnias pudessem atingir também a imagem da Corporação e da Associação envolvida e muito menos com os recursos públicos empregados nas investigações espetaculosas de crimes sabidamente inexistentes. A maldade e a sede para assumirem a direção da Associação CABE foram tão grandes que, além de prejudicarem os próprios companheiros da Corporação, ainda sabotaram as ações de melhorias e os benefícios que impactariam o futuro da Associação e da Corporação, praticamente arrasando a entidade associativa que diziam defender”, afirmam os oficiais.

Segundo ainda os ex-gestores, dentre tantas acusações, a principal estava relacionada à celebração de contratos (e tidos ainda como desnecessários) sem a devida autorização do Conselho Deliberativo e também a acusação de associação criminosa.

“Infelizmente, assim como a flecha lançada, a crueldade do mal realizado também não tem mais volta. E ainda que a JUSTIÇA TENHA SIDO FEITA e que os caluniadores paguem as prováveis indenizações, nada poderá reparar os danos causados a nós e nossos familiares pelo constrangimento e humilhação que foram injusta e publicamente expostos. Mas como diz o velho ditado, VIDA QUE SEGUE, agora com a confirmação de que nossas consciências não haviam nos traído”, disse um dos ex-dirigentes.

Por Poliglota…