O jornalismo e os seus interesses (escusos, às vezes!)

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Por Poliglota…

Caros leitores, tem coisas que são realmente surreais! Os últimos meses, desde as eleições passadas de 2018, tem nos dados exemplos concretos de que a seriedade na prática do jornalismo não tem correspondido às expectativas.

Desde as denúncias dos descalabros de Lula e cia Ltda, com direito a imputação à falecida dona Marisa Letícia, que não assistimos um jornalismo tão vil e sacana como em todo século.

Está certo que a imprensa, com raríssimas exceções, busca de qualquer forma a informação, mesmo que ela seja para aumentar “cliques” ou trazer de volta a cenários políticos alguns defenestrados do meio das comunicações. Sejam por sensacionalismos ou “boca aberta” mesmo.

Ms vejam que hoje nem fatos ou pessoas são preservados em detrimento da notícia. Justo isso? Não sei! Os leitores julgam!

Vender jornal, seja ele físico ou virtual, passou a ser meta! “Quero e vou até onde me for possível”, pensam alguns. Mas o que me impressiona é a falta de caráter de alguns que, em função da necessidade de não poderem mais serem inseridos no mundo da comunicação, por suas próprias irresponsabilidades, e com medo do ostracismo, acabam fazendo o impossível para se estabeler..ou reestabelecer.

O juramento do jornalista, diz o seguinte: “Juro exercer a função de jornalista, assumindo o compromisso com a verdade e a informação. Atuarei dentro dos princípios universais de justiça e democracia, garantindo principalmente, o direito do cidadão à informação. Buscarei o aprimoramento das relações humanas e sociais, através da crítica e análise da sociedade, visando um futuro mais digno e mais justo para todos os cidadãos brasileiros. Assim eu Juro”.

Claro que há muito tempo não assistimos na prática isso. Hoje, os jornalistas ou pseudo-jornalistas, não enxergam assim e fazem tudo à sua maneira, sem regras, pudor e respeito. Triste né? Nas redes sociais esses meios de comunicação já são chamados de “blogs e sites furicos”…e com toda razão.

Mas fica aqui a lembrança: “Jornalismo se faz com razões e não paixões”. Que isso sirva de exemplo a muitos rsrsrs…

Vamos voar..porque as asas da liberdade estão bem aí. A credibilidade, nem tanto!

E parafraseando nosso amigo jornalista Henrique Chaves, a audiência é só subindoooo!!! Ou completo: “Só caindoooo”..Brasil, país livre!