O assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ)

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Foto: Uol

Por Poliglota…

Mesmo o mais leigo dos seres humanos jamais duvidará de que o assassinato da vereadora carioca Marielle Franco (PSOL-RJ) deixe de ter sinais de execução. O fato foi uma demonstração de ousadia das expressões do estado paralelo que só evidência ainda mais a necessidade de ações duras no combate ao tráfico, às milícias e à banda podre da polícia, que é cúmplice da bandidagem.

Todos os dias centenas de “Marielles” são assassinadas país afora, mas os defensores dos direitos humanos dizem que os assassinos são marginalizados de uma sociedade opressora. O crime deve ser investigado com a seriedade e celeridade que a sociedade merece, ASSIM COMO TODOS OS OUTROS COMETIDOS NO PAÍS contra centenas e milhares de Marielles, só que esses anônimos.

Por outro lado, a Esquerda anda tão relapsa e inebriada pelo Poder e Aparelhamento que já consolidaram dentro da Burocracia estatal e das Instituições, que esqueceu o fato de que a tal “Pátria Educadora” do PT não conseguiu (e nem tentou com eficiência pedagógica) de fato doutrinar os jovens delinquentes “dêfte paíf” com a mesma qualidade e coesão ideológica que a geração maior que 40 anos recebeu dos pseudo-intelectuais revolucionários socialistas que até os anos 1970 ainda eram detentores de cérebros alfabetizados.

A Esquerda esqueceu de avisar seus menores aprendizes de vitimismo e banditismo, que não era para tratarem toda a sociedade como vítimas, mas apenas 98%. Esqueceram-se de pedir Salvo Conduto para todos os “cumpanhêros”! Resultado: mataram uma “tia do ‘bem'” que era na verdade uma semi-deusa do Olimpo marxista. Que mancada!

Ontem morreu uma defensora dos manos e toda uma horda se levanta pedindo providências. Do presidente da república ao mais humilde cidadão das comunidades espalhadas pelo país, passando pela OAB, não vi uma nota defendendo os autores do crime, ao contrário só vejo pessoas pedindo que a Polícia apure o fato com rigor.

Da mesma forma, covardemente, ontem também foi assassinada com 2 tiros na cabeça na Linha Vermelha a médica Gisele Palhares Gouveia (34), como postou o Pastor Cláudio Duarte em sua página no facebook: “A médica não preenchia os requisitos para uma mobilização nacional. Não era negra, não era pobre, não era feminista, não era militante de partidos políticos, não frequentava os círculos LGBT, não era do MST, CUT ou PSOL. Ela, assim como eu e você, não era ninguém!”, disse.

Em ano eleitoral, muita hipocrisia aproveitando-se de tragédias humanas e de comoção social. Quantas notinhas vieram à público quando no mesmo Rio de Janeiro, tomado pelo crime, a corrupção e a violência descontrolada, 119 policiais militares foram brutalmente assassinados?

Dois pesos, duas medidas ou será o medo que bate a porta daqueles que são lenientes com bandidos?