Raquel Dodge (PGR) pode ter sido induzida ao erro no caso da Jornalista Patrícia Lelis

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Por Poliglota…

Como na vida o velho ditado diz que “mentira tem pernas curtas”, a denúncia da jornalista Patrícia de Oliveira Souza Lélis na Procuradoria Geral da República que originou denúncia da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, contra o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSC), pode ter, em tese, induzido a procuradora ao erro.

Com a ajuda de especialistas, o deputado gravou um vídeo onde mostra que esse tipo de prática pode ser facilmente executado, desde que do outro lado tenha um comparsa pronto a fazer maldades com seu protagonista.

Abaixo, trechos da suposta conversa entre o deputado e a jornalista:

BOLSONARO: “Sua otária! Quem você pensa que é? Tá se achando demais. Se você falar mais alguma coisa eu acabo com sua vida”

PATRICIA: “Isso é uma ameaça???”

BOLSONARO: “Entenda como quiser. Depois reclama que apanhou. Você merece mesmo. Abusada. Tinha que ter apanhado mais pra aprender a ficar calada. Mais uma palavra e eu acabo com você. Acabo mais ainda com a sua vida”

PATRICIA: “Eu estou gravando”

BOLSONARO: “Foda-se. Ninguém vai acreditar em você. Nunca acreditaram. Somos fortes”

PATRICIA: “Me aguarde pois vou falar”

BOLSONARO: “Vai para o inferno. Puta. Você vai se arrepender de ter nascido. O aviso está dado. Mais uma palavra e eu vou pessoalmente atrás de você. Não pode me envergonhar.

PATRICIA: “Tchau”

BOLSONARO: “Vagabunda”

PATRICIA: “Resolvemos na justiça. É a melhor forma”

BOLSONARO: “Enfia a justiça no cú”

Eduardo Bolsonaro divulgou um vídeo nas redes sociais que diz que os prints das conversas são falsos e acusa Patrícia Lélis de ter mentido, dizendo que vai processá-la. Por sua vez, a jornalista, também por meio da internet, respondeu ao deputado. “Vídeos de Facebook não te inocentam”, escreveu. Veja as mensagens:

Não é a primeira vez que a jornalista se envolve em polêmicas. Em 2016, quando se envolveu na confusão com o deputado federal Pastor Marco Feliciano, coincidentemente do PSC, a Polícia Civil de São Paulo que investigava o caso informou dispunha de um laudo assinado por uma psicóloga em que revelava que a jornalista e estudante de direito Patrícia Lelis, de 22 anos, era “mitomaníaca”, ou seja, portadora de um transtorno de personalidade que faz com que minta compulsivamente.

Agora é aguardar as investigações.