Ibaneis Rocha (MDB) com 73,6% das intenções de voto, enquanto Rodrigo Rollemberg (PSB) aparece apenas com 26,4%.

0
245
Foto: Renato Alves

Não existe mais nenhuma dúvida de que Rollemberg e seu socialismo fajuto vão ser massacrados nas urnas dia 28. Com a meteórica ascensão de Ibaneis Rocha (MDB) que já atingiu 73,6% das intenções de votos conta os 26,4% do socialista Rollemberg, as gavetas já começam a ser esvaziadas pelos gabinetes do Buriti. Pesquisa que aponta isso está registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número DF-04143/18

Por Poliglota com informações RadarDF

Mesmo resolvendo partir para o ataque, Rodrigo Rollemberg, numa tentativa desesperada de conseguir se reeleger, em vez de subir cai ainda mais na rejeição.

Seus quase quatro anos de governo foram pífios, mentirosos e incompetentes e o eleitor, a população, acompanhou atentamente seus passos. A sua ida inesperada ao segundo turno deveu-se mais pelo fracasso dos outros do que por seus próprios méritos.

No primeiro levantamento do Instituto Paraná Pesquisa, neste segundo turno da eleição, o candidato ao Buriti Ibaneis Rocha lidera a disputa com 73,6% das intenções de voto contra 26,4% do governador Rodrigo Rollemberg.

Considerando os votos brancos e nulos, Ibaneis soma 64,6% e Rollemberg 23,1%, não sabem 5,3% e “nenhum” somam 6,9%. A pesquisa foi encomendada pelo site Diário do Poder.
Nesta quinta-feira também deverá ser divulgada a pesquisa do Instituto Exata que pode apontar números aproximados do Instituto Paraná.

O resultado do levantamento, divulgado nesta primeira semana do segundo turno da eleição, desestimulou por completo a campanha do socialista. Até a criatura Leila do Vôlei, senadora eleita por Rollemberg, está deixando o criador no meio do  caminho.

O governador Rollemberg reiniciou a  sua campanha sem o apoio de históricos aliados como o Partido dos Trabalhadores (PT-DF) que na eleição de 2010 o ajudou a eleger senador.

Em 2014, Rodrigo Rollemberg venceu a disputa pelo Buriti e de lá para cá governou o DF em cima do discurso da “herança maldita” bilionária deixada pelo governo petista.

Apesar da busca desesperada por apoios de outras forças políticas, no entanto, Rollemberg não consegue aglutinar ninguém por causas de antigas feridas, ainda não curadas, e pelas pontes que destruiu  com seus antigos parceiros.

O Psol, liderado pela professora Fátima Sousa, teria apontado um cartão vermelho em direção do governador.

Nesta quarta-feira (10), Rollemberg decidiu não apoiar nem Haddad (PT) e nem Jair Bolsonaro (PSL) na disputa pela presidência da República. Por trás de tal decisão tem um motivo: nem à esquerda e nem à direita quer aproximação com o  socialista.

O pior governador da história de Brasília segue abandonado por antigos aliados neste segundo turno da eleição que ocorre no próximo dia 28. Se lascou!