PMDF: Homenagem Especial pelo dia das mães

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Arte: Caio Rabelo

Postado por Poliglota – Escrito por Fabiano Lopes

Mãe, beleza, força, coragem e amor incondicional. Resplendor e luz que nasce do ventre e da essência dessa mulher. O amor vibra alto, nas afirmativas e nos erros, tentativas de acertos amorosos.
Mãe, que se emociona quando vê seu pequenino dançar em todas as apresentações escolares e que sente pulsar a vida a cada nova conquista. Mães, que se afligem ao perceber o serzinho amado ensaiar seus primeiros passos, temerosas de que possam cair. Mães, que se esforçam para deixá-los voar na medida que crescem e aprendem.

Mãe, detentora de dupla, tripla e até quádrupla jornada de trabalho, busca na fé as repostas que tangem os anseios e medos relacionados aos jovens filhos. Àqueles que ensinou a nadar. E é no mar das aventuras e desventuras que os jovens filhos iniciam a idade adulta. Mãe que torce para que vençam as correntezas. Em alguns momentos os protegem em demasia, em outros apenas os ensinam sobre as ondas e ainda assim deixa-os nadar, mesmo com o coração na mão, na imensidão do oceano.

Mães policiais, professoras, jornalistas, médicas, donas de casa, bombeiras e todas as mulheres semeadoras do bem, que todas as flores dos campos sejam suas. O amor Divino que irradia nos seres humanos é comparado ao amor de mãe, que acima das profissões e títulos, querem apenas ver os filhos crescerem felizes.

Confira o depoimento de algumas mães policiais militares e a relação com filhos e família: 

Soldado Alane, Centro de Comunicação Social

“Planejei e esperei muito a chegada do meu primeiro filho. A gravidez está sendo deliciosa. Estou curtindo cada momento, cada vez que ele meche, fico empolgada, é uma descoberta. Tudo é aprendizado, além de ser a realização de um sonho. Sempre quis ser mãe e está sendo diferente de tudo que já vivi. A jornada de trabalho que virá após o nascimento sei que será intensa, porém a PMDF vai me conceder a chance de ficar seis meses ao lado do bebê. Fico um pouco ansiosa de como será essa jornada de cuidar do bebê, marido, casa e trabalho.”

Soldado Dayane, Batalhão Ambiental 

“Para minha surpresa e alegria fui mãe na mesma época que me tornei policial, dois sonhos realizados juntos. Descobri a gravidez mais ou menos dois meses após o início do curso de formação e daí para frente os desafios só aumentavam para conseguir conciliar tudo com muita sabedoria e amor. A rotina da minha casa é bem intensa, gosto de deixar tudo pronto principalmente a comida deles que amo fazer, brincar e cantar com eles, levar para passear, ajudar a Diana nas atividades dela e conseguir ir trabalhar bem, mesmo sem muito tempo para dormir. Sempre antes de sair para o serviço eu amamento o Miguel e o deixo dormindo por algumas horas para não sentir tanto tempo a minha falta e depois levo a Diana para a escola. Sei que quando estou trabalhando, eles estão sob a proteção de Deus e aos cuidados do pai, Tiago é Militar do Corpo de Bombeiros.”

“Ela é uma guerreira e um orgulho para todos em tudo que faz desde antes da gravidez, no curso de formação, durante as gestações, nunca se enfraqueceu com nada sempre muito dedicada ao lar e ao serviço.” Tiago (Marido)

“Eu gosto muito da minha mamãe ser policial e fico feliz quando me arruma com a farda que ela me deu! Sinto muita saudade da mamãe quando ela vai embora para o quartel, ela sempre me abençoa antes de ir e fala que quando ficar de noite ela vai voltar; então eu, o Miguel e o papai fica esperando ela; quando escuto o portão abrir eu sei que é ela e vou correndo e grito: a mamãe chegou!”  Diana, 3 anos (filha)

 Sargento Cyntia Prado, Colégio Militar Tiradentes

“Me sinyo imensamente gratificada, importante para sociedade e realizada em todos os sentidos, pois são dois dons Divinos ser mãe e profissional da Segurança Pública”.

“Nós vemos nossa mãe como uma verdadeira super heroína, uma mulher muito forte e esforçada. Para nós, ela é perfeita.” Larissa Prado, Lucas Prado e Rafael Prado (filhos).

“Como marido me faltam palavras para elogiar essa grande mulher. São tantas qualidades que fica difícil citar todas e incorrer no risco de esquecer alguma. Uma excelente esposa, mãe, filha e uma profissional sem igual”.  Tavares Souza (marido).

Tenente Eunice, Centro de Comunicação Social 

“Como profissional policial militar feminina e mãe, carrego a sensibilidade no combate ao crime, conciliando as funções e obrigações, e pedindo a Deus que nunca me falte sabedoria e paciência”.

“Sempre tive muito orgulho da minha mãe: uma mulher forte, batalhadora e guerreira, que teve que lutar muito para conquistar tudo e se tornar essa pessoa maravilhosa por dentro e por fora. Hoje, entendo o amor que sinto por ela, sobretudo, pelo fato de também ser mãe. Admiro sua profissão como policial, pois entendo melhor a sua importância para a sociedade”. Bárbara, 24 anos (filha).

 Sargento Íris Eliane Coelho, Comando de Policiamento Ambiental 

“A maternidade aumentou minha sensibilidade quando no atendimento de ocorrências que envolvam crianças, procuro sempre preservá-las e priorizar a ocorrência”

Sargento Luana, ROTAM

“Ser policial feminina é uma missão cheia de desafios, preconceitos e, de quebra, de paradigmas. Quando se é mãe, essa complexidade é dobrada. A cada passo dado, me vem a lembrança daquele pedacinho que ficou em casa todo sorridente. A mamãe ora para que sempre volte depois de cumprir o dever de proteger o cidadão diante de qualquer adversidade, até mesmo com o sacrifício da própria vida”.

“Uma policial mulher como mãe traz questões que fortalecem a maternidade como resiliência, pois não se abatem fácil com os desafios da maternidade e autocontrole. No meu ver, as mães policiais trazem hábitos do militarismo que fortalece a educação e crescimento da criança. Temos muita sintonia.”

Soldado Kirey, PATAMO

“A mulher trabalha mais que o dobro quando é mãe. A rotina é bastante puxada, mas é gratificante. Na minha casa é preciso se desdobrar entre as escalas de trabalho com a vida de ser mãe do Miguel, então nos momentos de folga que tenho, dedicao totalmente ao meu filho.”

“Eu sou policial militar e tenho admiração e orgulho de ter ela como esposa e companheira de profissão. Admiro ela pelo êxito na conciliação do serviço e o fato de ser mãe, pois não abre mão do seu amor, zelando por mim e pelo nosso filho.” soldado Dias Pinto (marido).

Cabo Rayana, Rotam

“Conciliar a maternidade com a atividade policial é uma das tarefas mais difíceis que uma mulher pode executar, pois de um lado a maternidade exige doçura e delicadeza de uma mãe, por outro lado a firmeza de uma guerreira. Saber quando exercer cada papel é a parte difícil.”

Sargento Danielle, Curso de Tiro e segurança do governador 

 “Foi um desafio quando me deparei com casa, marido e filhos para cuidar. Antes eu podia investir e me dedicar mais profissionalmente. Hoje, as escolhas já são mais criteriosas. Enfim, acabo conseguindo gerenciar tudo para cumprir o papel de policial, esposa e mãe de dois filhos. Com ajuda do meu esposo, intercalamos os cuidados com os filhos para que o outro possa trabalhar. Hoje em dia tenho mais cautela nas decisões e mais disciplina.”

“Como trabalhamos na mesma profissão, acho muito bom poder compartilhar com minha esposa as coisas que acontecem no dia a dia. Minha esposa é uma mãe maravilhosa, carinhosa, atenciosa. Eu acho o máximo ser casado com uma policial militar”. Gilson Rodrigues (marido)

Fonte: PMDF